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Povo chinês nunca foi tão livre quanto nos dias atuais, aponta diplomata

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A despeito de a China estar distante de satisfazer, sob um ponto de vista ocidental, toda a taxa dos direitos humanos, a população chinesa nunca gozou de tanta liberdade individual quanto nos dias de hoje. Foi o que afirmou o diplomata Paulo Estivallet durante sabatina nesta quarta-feira (13) na Comissão de Relações Exteriores (CRE), quando teve sua indicação aprovada para chefiar a embaixada brasileira em Beijing, China.

O tema da liberdade foi abordado em resposta aos senadores José Agripino (DEM-RN), Cristovam Buarque (PPS-DF) e Hélio José (Pros-DF) que questionaram o padrão político do país, concentrado sob a transporte do Partido Comunista desde 1949. Para Estivallet, o atual proporção de liberdade gozado pela maior secção da população, mais o impressionante prolongamento econômico verificado nos últimos 40 anos, permitem ao governo manter sua legitimidade.

— Não podemos desprezar que o sistema chinês evolui, tem demonstrado uma capacidade de readaptação ao longo das décadas. Hoje um cidadão chinês típico possui um nível de liberdade individual que nunca teve em toda sua milenar história. Some-se a isso o prolongamento, a China cresce o equivalente a um Brasil por ano — apontou o diplomata, fazendo menção a dados do Banco Mundial indicando que somente no ano pretérito a produção chinesa foi incrementada em mais de U$ 2 trilhões, o equivalente ao PIB inteiro do Brasil.

Crescimento manente

Ainda em menção ao padrão econômico da China, Estivallet ressaltou que é o maior progresso já registrado na história da humanidade. Há 40 anos o PIB cresce a uma média de 10% por ano, e o país deverá superar os Estados Unidos em menos de uma dez.

— A China é hoje o maior exportador mundial de mercadorias, e o segundo grande importador. Além disso, é o quinto maior exportador de serviços, sendo neste caso também o segundo maior importador — finalizou.

A estudo da indicação segue agora para o plenário do Senado.