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Canadá acerta com EUA para manter Nafta ativo

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O Canadá concordou nesta quinta-feira com os Estados Unidos que as lentas discussões sobre atualização do Nafta devem continuar, embora não tenham definido uma data para a próxima rodada de negociações, afirmou uma poder em comentários que lançaram dúvidas sobre as chances de um harmonia ser obtido oriente ano.

As negociações para atualizar o Acordo de Livre Comércio da América do Norte começaram em agosto e a previsão inicial era que fossem concluídas em dezembro.

O prazo já foi ampliado várias vezes, em meio a resistências de México e Canadá em aceitarem as demandas muito amplas dos Estados Unidos, uma vez que a inclusão de uma cláusula que permitiria que um membro do conjunto se retire dele posteriormente cinco anos. Canadá e México são contra a proposta.

Autoridades dos EUA já deixaram evidente que o tempo está acabando para se asseverar um harmonia que poderia ser legalizado pelo atual Congresso do país. Os democratas, que tendem a ser menos entusiastas sobre livre negócio que os republicanos, devem lucrar mais espaço com as eleições de novembro, o que poderia tornar a aprovação de um novo Nafta mais difícil.

“Decidimos… continuar as negociações sobre o Nafta”, disse a ministra canadense de Relações Exteriores, Chrystia Freeland, em Washington, posteriormente se reunir com o representante mercantil dos EUA, Robert Lighthizer.

“Vamos trabalhar duro durante o verão”, disse ela em comentários exibidos pela TV canadense. “Não definimos datas específicas hoje.”

Apesar de Lighthizer ter inicialmente feito pressão para um harmonia rápido para evitar conflito com a eleição presidencial do México, em 1º de julho, Freeland disse que os três países aceitaram em continuar as discussões.

Outro duelo para as discussões são as tarifas que os EUA impuseram contra importações de aço e alumínio do México e do Canadá.

Freeland disse que afirmou a Lighthizer que o Canadá está determinado em seu compromisso de impor tarifas retaliatórias contra produtos dos EUA em 1º de julho. “Não vamos escalar (a guerra comercial), mas também não vamos recuar”, disse ela.

Uma nascente mexicana familiarizada com o processo de negociação disse que as autoridades estão trabalhando para marcar uma novidade reunião ministerial logo posteriormente a eleição no México.

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